Faça o teste, aplique quatro ajustes no celular, combine a regra antes de qualquer Pix e deixe o cartão de emergência à mão. Tudo pelo navegador.
O Brasil registra quase três tentativas de golpe por segundo. E os ataques contra pessoas acima de 60 anos são os que mais crescem.
Fontes: Serasa Experian (Mapa da Fraude 2026) · Observatório Febraban · dados públicos do INSS. Todos citados no material.
Foi quanto um aposentado de 71 anos, em Porto Alegre, perdeu depois de assistir a um vídeo que parecia uma entrevista real. O vídeo era gerado por inteligência artificial, com o rosto de gente que ele via na televisão.
Quando a família descobriu, o dinheiro já havia sido movimentado e as providências começaram tarde.
Se isso ainda não aconteceu na sua casa, você está lendo isto na hora certa — porque saber o que fazer depois é a última linha de defesa, não a primeira. A primeira é uma conversa. E ela é bem mais difícil do que parece.
O problema não é a informação — ela está em todo lugar, de graça. É que você não consegue ter essa conversa com seu pai. Você avisa, ele se sente tratado como incapaz, a conversa termina mal, e nada muda.
É por isso que este material não é uma cartilha nem um antivírus. Ele transforma informação em uma jornada curta: teste, quatro ajustes, combinado familiar e cartão de emergência. Se algo já aconteceu, há também a orientação sobre o MED e os canais do banco — sem promessa de recuperar o dinheiro.
Quatro passos na ordem certa, com progresso salvo no navegador do celular ou do computador.
Descubra quais sinais passam despercebidos sem assustar nem tratar ninguém como incapaz.
Revise WhatsApp, limites do Pix, limite noturno e bloqueio de consignado junto com seus pais.
Pedido de dinheiro, mesmo com foto ou voz conhecida, só avança depois de uma ligação para o número antigo.
Quatro perguntas antes do Pix e um roteiro curto para agir se a transferência já aconteceu.
Duas reproduzem golpes reais em circulação. Uma representa uma mensagem legítima. Se você errar alguma, imagine quem tem 70 anos e recebe isso sozinho, às 9 da noite.
Primeiro, a jornada de quatro passos. Depois, uma biblioteca para consultar quando surgir uma dúvida ou um caso específico.
E dentro dos guias, um por um:
Filhos, filhas e netos de quem tem mais de 60 anos — é para eles que este material foi escrito.
A perda média de quem cai em um golpe no Brasil é de R$ 2.288.
Serve — e é justamente para esse caso. O material é feito para você ler, não para ele. Inclui o roteiro da conversa e o cartão impresso para deixar com ele.
Parte está, espalhada em dezenas de cartilhas. Você paga pela organização em ordem de risco real, pelo roteiro da conversa e pelo que fazer depois — a parte que ninguém publica.
Não, e desconfie de quem prometer isso. Nenhum material elimina o risco — este ensina a reconhecer os padrões e a agir rápido quando já aconteceu.
Por e-mail, em menos de 2 minutos. Chega um link com acesso permanente, que abre no navegador do celular ou do computador. Nada para instalar, nenhuma conta para criar.
Não. Você não baixa nada de loja nenhuma — são ferramentas que abrem no navegador. Se procura um app que analisa as mensagens do seu pai sozinho, não é isto.
Custa menos que um almoço e leva uma tarde para ler.